Psicoterapia

 O processo psicoterápico busca uma melhor compreensão da problemática emocional trazida pelo cliente, no momento em que inicia a busca do significado do sofrimento apresentado através das queixas e dificuldades relatadas. Essa busca de significado pauta-se em conteúdos inconscientes que se manifestam de muitas formas, construtivas ou por meio de sintomas e de “armadilhas” que fazemos para nós mesmos.

 Este processo possibilita uma reflexão sobre a forma de ser no mundo, visa o crescimento emocional, a melhoria da qualidade de vida, das relações interpessoais e a redução do sofrimento psíquico, possibilita o desenvolvimento de diferentes formas de lidar com a própria vida. O tempo não é delimitado e não existe um foco pré-estabelecido, como na psicoterapia objetiva descrita abaixo.

 É indicada nos mais diversos casos clínicos como ansiedade, fobias, transtorno do pânico, T.O.C., estresse, estresse pós-traumático, ansiedade de separação, depressão, transtorno de humor, transtorno bipolar, transtornos somatóformes (hipocondria, somatizações, fibromialgias), transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), transtornos do sono, transtornos alimentares (bulimia nervosa, anorexia nervosa, obesidade, vigorexia), transtornos de personalidade (borderline, histriônica, paranoide, esquizoide, esquiva, dependente), transtorno do controle dos impulsos (cleptomania, jogo patológico, tricotilomania, transtorno explosivo), dificuldades sexuais (aversão sexual, impotência, ejaculação precoce, frigidez, dificuldade orgástica etc.), dificuldades nos relacionamentos de um modo geral (conflitos, ciúmes, insegurança, timidez), adição a drogas e a álcool.

 Haverá casos indica-se a Psicoterapia associada ao acompanhamento psiquiátrico ou a um trabalho em equipe multiprofissional.

 Intervenção/  Psicoterapia Objetivas

 Surpresas e indagações são parte constante da vida e em grande parte envolvem complexidade de entendimento. Neste momento nos desconectamos do nosso EU, perdendo a noção de quem e o que somos e/ou fazemos. Aspectos que até então desconhecíamos e que nem suspeitávamos que pudessem existir em nós aparecem, e almejamos com brevidade reencontrar nossa morada (ethos).

 Sentimentos de confusão, medo, ansiedade, perplexidade, dor, raiva, fragilidade, desamparo tendem a nos cercar e em seguida cercear. As soluções que até então empregávamos já não mais satisfazem e não conseguem dar conta da situação. Neste ponto a mente demanda soluções e alternativas imediatas. Intervenções Objetivas tornam-se DEMASIADAMENTE oportunas !

 As Intervenções Objetivas são indicadas em momentos de crise, perdas, ganhos, acidentes no percurso da vida ou modificações no ciclo da vida de cada indivíduo, tornando-o mais vulnerável ao desenvolvimento de doenças psicológicas, como depressão, quadros de ansiedade e até mesmo rupturas psicóticas, com consequências nos âmbitos relacionais, escolar, profissional, familiar, etc.

 O atendimento psicológico nestas situações pode contribuir para uma melhor compreensão de si e da situação visando ao crescimento emocional e ao restabelecimento do equilíbrio antes existente.

 Tanto as Intervenções Objetivas em Crise (poucas sessões visando a compreensão do problema emergencial específico) como a Psicoterapia Objetiva (processo estruturado com objetivos e tempo pré-determinados visando a compreensão de queixas específicas de forma estruturada) são indicadas, levando-se em conta a motivação da pessoa, sua demanda e possibilidades.

 Tais métodos aplicam-se a todas as faixas etárias, sem restrições.

 Psicoterapia Familiar

 Trabalho com diversas constituições familiares  (hetero-afetivas, homo-afetivas, nuclear, de origem, monoparental,  reconstituída, por afinidade, de irmãos, outras afins), com suas funções, papeis, emoções, conflitos.

 A família é um núcleo inserido em um contexto social, histórico, político, econômico, com regras, pressões e compensações que influencia e é influenciada por esse contexto funcionando como um sistema, no qual seus membros passam por diferentes ciclos que interferem na dinâmica de todos. Por fim, todos acabam expressando as dificuldades e conflitos deste sistema!

 A Psicoterapia Familiar visa compreender o significado destas dificuldades e conflitos, que se manifestam por meio de sintomas e refletem uma forma ineficaz e disfuncional de padrões de comunicação, expressão de afetos, de impulsos, de expectativas, de relacionamentos infrafamiliares, com desgastes emocionais e prejuízos.

 Isto posto, com a psicoterapia aplicada à família conseguimos uma maior funcionalidade do padrão de relação familiar, com o desenvolvimento de respostas mais saudáveis, levando em consideração as necessidades de cada um dos membros e da família como um todo.

 Psicoterapia de Casal

 Sabemos que as motivações que regem a maioria de nossas escolhas na vida são inconscientes. Esta relação intima, carregada de afetos e frustrações precisa ser repensada com o auxilio de alguém que não faça parte desta história e que não tome partido, não tendo território a defender.

 A Psicoterapia de Casal objetiva criar um espaço para que cada um se reconheça e reconheça o parceiro, estabelecendo uma comunicação mais funcional, em uma relação com menor carga de cobranças, expectativas, mágoas, revisitando os vínculos estabelecidos.

 Este novo olhar pode estimular uma aliança mais saudável e construtiva como pode levar a novas questões, sendo importante a participação consciente do casal.

 Psicoterapia Infantil

 No processo de desenvolvimento continuo e descoberta, é muito comum que a criança encare questões internas e do mundo externo que são difíceis de serem compreendidas, tornando-se sintomas que denotam sofrimento emocional, dor psíquica, interferindo em diversas áreas da vida: escolar, familiar, mundo de relações, saúde.

 Esta condição impede as crianças de se adaptarem ao meio e de lidarem com as situações de vida tendo um conceito distorcido de si e de suas reais possibilidades, trazendo prejuízos significativos ao processo de desenvolvimento.  

 A Psicoterapia Infantil visa auxiliar a criança a identificar, nomear e expressar suas emoções de forma mais adaptada com melhoria em sua qualidade de vida. Com a Orientação Analítica ou Ludoterapia buscamos compreender o significado e a função destas barreiras, enquanto formas de expressão emocional, baseando-se em fantasias inconscientes por meio de brinquedos, atividades lúdicas, sonhos, produções gráficas, revelam conflitos, anseios, potenciais e novas possibilidades de lidar com as situações.

Casos que indicamos a Psicoterapia Infantil: dificuldades de aprendizagem, dificuldades escolares (comportamentais), birras, agressividade, medos, ansiedade, depressão, tique, dificuldades de sono, dificuldades alimentares, rebeldia, dificuldade de lidar com limites e frustração, hiperatividade, agitação, atitudes desafiadoras, timidez, queixas somáticas (asma, dermatites, doenças respiratórias, problemas gastrointestinais, etc.).

=> Uma outra modalidade de psicoterapia infantil é a Psicoterapia Objetiva Infantil que é realizada juntamente com a Orientação de Pais.

A Orientação de Pais sistemática é parte fundamental do processo de Psicoterapia Infantil, objetivando a compreensão das dificuldades que ocorrem na relação com a criança, enfocando-se a relação pais-filho e a forma como cada qual participa e desempenha seu papel nesse momento do desenvolvimento que envolve e reflete a psicodinâmica da família.

 Psicoterapia para Adolescentes

 A adolescência é um processo de crescimento com questões e duvidas intimamente ligado ao desenvolvimento infantil e da forma como as dificuldades foram geridas. As crises na adolescência são normais, mas precisamos diferenciar o que é temporário (fase) e o  que é uma forma de ser no tempo, isto é, uma forma disfuncional que afeta áreas importantes do desenvolvimento como saúde, vida escolar, vida familiar, relacionamentos interpessoais, vida social. Deve-se ficar atento ao inicio ou experimentação de drogas e álcool, que pode ser um pedido de ajuda para outras questões como depressão, baixa autoestima, angustia…

 A questão diagnóstica na adolescência é complexa pois o adolescente busca uma identidade. O desafio é saber quando transgressões,  desadaptações, tristezas, confusões, esquisitices, afins, são indicativas de um quadro psicopatológico manifestando-se.

 => Quadros que podem se instalar ou se agravar na adolescência e que necessitam de avaliação e tratamento: Transtornos alimentares (bulimia nervosa, anorexia nervosa, obesidade, compulsão alimentar; Risco suicida;  Depressão (consciência de si estruturada a partir de sentimentos de desvalia e de retração/impotência frente ao mundo adulto,  desesperança…); uso / dependência de substâncias; Transtorno de Humor; Esquizofrenia; Transtorno de Conduta; Bullying; Transtorno de Ansiedade; Doenças Psicossomáticas.

 A busca por um tratamento psicoterapêutico é sine qua non quando os quadros acima se intensificam, prejudicam a vida produtiva e os relacionamentos do adolescente. Deve-se buscar formas diversas de enfrentamento e resolução de problemas, sem precisar desenvolver sintomas (saída disfuncional). Nesta fase, os pais também se se encontram perdidos e com dificuldade em discriminar o que é normal da idade ou que é um problema que necessita de outras intervenções. 

 Em face disto, os pais também são orientados no inicio do processo de psicoterapia do adolescente!

Mediação versus Conflitos

 Costumamos observar que os conflitos são experienciados de uma forma tão intensa que as partes procuram apenas manter suas posições, defendê-las, sem sequer a possibilidade de estabelecer um verdadeiro diálogo.

 A Mediação é uma técnica para conduzir disputas, desarmar argumentos, promover o diálogo entre as partes conflitantes, na busca de uma solução que para ambas seja viável, realística, satisfatória e/ou criativa. É um método não-adversarial de resolução de conflitos, no qual um profissional, não envolvido no mesmo e com treinamento para tal, procura de forma imparcial auxiliar as partes refletir sobre seus reais interesses, necessidades, desejos e propostas de solução, alavancando um dialogo cooperativo, preservando-se os vínculos afetivos existentes.

 A duração de um processo de Mediação varia de 1 a 12 sessões, aplicada em vários contextos como nas disputas conjugais e familiares.

Avaliação Psicológica

 A Avaliação Psicológica/Psicodiagnóstico possibilita uma compreensão da estrutura da personalidade e funcionamento mental, procura-se priorizar as dificuldades e os recursos disponíveis internos do paciente para suplantar seu status quo.  Estrutura-se a avaliação de acordo com os objetivos, tendo como ferramentas a avaliação cognitiva, e/ou de personalidade, com duração relativa dependendo dos objetivos.

 Também pode ser utilizada em todas as faixas etárias da infância à terceira idade, com técnicas especificas e customizadas para cada faixa. Quando se trata de crianças e adolescentes, incluem-se entrevistas com os pais. Em casos de sérios transtornos psicológicos a disponibilidade presencial de familiares deve ser uma opção.

 O diagnóstico se dará por intermédio de entrevistas clínicas, observações, escalas, técnicas projetivas, entrevista devolutiva, viabilizando uma interpretação em profundidade da estrutura e do funcionamento psíquico, auxiliando no direcionamento do tratamento mais indicado para cada caso, podendo auxiliar inclusive no processo de escolha ou orientação profissional.

Orientação à Família

 A Orientação Familiar objetiva a compreensão das dificuldades que ocorrem nas relações, salientando-se a forma como cada qual participa e desempenha seu papel nesta situação, que por vezes se torna conflituosa e geradora de dor psíquica.

 Não nos utilizamos de receitas, regras ou normas de como lidar uns com os outros. Há um direcionamento e esclarecimento dos fatores de conflito, havendo uma possibilidade de se pensar conjuntamente e  encontrar um outro olhar e forma de lidar com as situações menos dolorosa.

 A Orientação aos Pais e Familiares pode ocorrer por um período continuo de tempo ou por meio de sessões esporádicas, dependendo da necessidade e disponibilidade dos envolvidos.

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